Um processo irregular. A maneira pela qual se tenta destituir Dilma Rousseff não nega suas graves acusações contra a oposição brasileira

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/10/opinion/1462902088_675554.html

Breve Nota Crítica ao Relatório Anastasia: contra a admissibilidade do processo de impeachment por crime de responsabilidade da Presidente da República – Por Lenio Luiz Streck, Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira e Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes Bahia

Breve Nota Crítica ao Relatório Anastasia: contra a admissibilidade do processo de impeachment por crime de responsabilidade da Presidente da República – Por Lenio Luiz Streck, Marcelo Andrade Cattoni de Oliveira e Alexandre Gustavo Melo Franco de Moraes Bahia | Empório do Direito

 

Os autores, citados pelo relator Anastasia em seu relatório, criticam o senador: “A citação feita no Relatório Anastasia[1] do texto dos comentários ao art. 85 da Constituição da República que escrevemos[2] não considera de modo adequado a integridade do texto, nem do trecho referido. Para nós, o fato do rol do art. 85 ser exemplificativo reforça ainda mais a exigência prevista no parágrafo único do mesmo artigo da Constituição de que a lei especial e regulamentar tipifique e defina os crimes de forma completa, afastando, portanto, “tipos abertos”, bem como a interpretação extensiva ou por analogia – o que não é possível por se tratar de crime. Indicamos, portanto, a leitura do trecho dos Comentários à Constituição do Brasil…”

http://emporiododireito.com.br/breve-nota-critica-ao-relatorio/

Os doze novos discípulos de Jesus de Nazaré (Espírito da Verdade)

 

1) Allan Kardec (séc. XIX):

Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 — Paris, 31 de março de 1869) foi um influente educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do Espiritismo (neologismo por ele criado), também denominado de Doutrina Espírita. Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos que antes costumavam ser considerados inadequados para uma investigação do tipo.
Adotou o seu pseudônimo para uma diferenciação da Codificação Espírita em relação aos seus anteriores trabalhos pedagógicos.
Suas cinco obras fundamentais que versam sobre o Espiritismo, sob o pseudônimo Allan Kardec, são:
O Livro dos Espíritos, Princípios da Doutrina Espírita, publicado em 18 de abril de 1857;
O Livro dos Médiuns ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, em janeiro de 1861;
O Evangelho segundo o Espiritismo, em abril de 1864;
O Céu e o Inferno ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, em agosto de 1865;
A Gênese, os Milagres e as Predições segundo o Espiritismo, em janeiro de 1868.
Além delas, como Kardec, publicou mais cinco obras complementares, dentre elas a Revista Espírita (periódico de estudos psicológicos), publicada mensalmente de 1 de janeiro de 1858 a 1869;
Após o seu falecimento, viria à luz Obras Póstumas, em 1890.
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2) Bezerra de Menezes (séc. XIX):

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti (Riacho do Sangue, 29 de agosto de 1831 — Rio de Janeiro, 11 de abril de 1900), mais conhecido apenas como Bezerra de Menezes, foi um médico, militar, escritor,jornalista, político, filantropo e expoente da Doutrina Espírita. Conhecido também como O Médico dos Pobres.
A pedido da Comissão de Propaganda do Centro da União Espírita do Brasil, inicia a publicação de uma série de artigos sobre a Doutrina Espírita em O Paiz, periódico de maior circulação da época. Na seção intitulada “Spiritismo – Estudos Philosophicos”, os artigos saíram regularmente aos domingos, no período de 23 de outubro de 1887 a dezembro de 1893, assinados sob o pseudônimo “Max”.
Na década de 1880 o incipiente movimento espírita na capital (e no país) estava marcado pela dispersão de seus adeptos e das entidades em que se reuniam. Já havia também uma clara divisão entre dois “grupos” de espíritas: os que aceitavam o Espiritismo em seu aspecto religioso (maior grupo, o qual se incluía Bezerra) e os que não aceitavam o Espiritismo nesse aspecto.
Em 1889, Bezerra foi percebido como o único capaz de superar as divisões, vindo a ser eleito presidente da Federação Espírita Brasileira.Organizou e presidiu um Congresso Espírita Nacional (Rio de Janeiro, 14 de abril), com a presença de 34 delegações de instituições de diversos estados. Assumiu a presidência do Centro da União Espírita do Brasil a 21 de abril de 1890 e, a 22 de dezembro, oficiou ao então presidente da República, marechal Deodoro da Fonseca, em defesa dos direitos e da liberdade dos espíritas contra certos artigos do Código Penal Brasileiro de 1890.
De 1890 a 1891 foi vice-presidente da FEB na gestão de Francisco de Menezes Dias da Cruz, época em que traduziu o livro “Obras Póstumas” de Allan Kardec, publicado em 1892. Em fins de 1891, registravam-se importantes divergências internas entre os espíritas e fortes ataques exteriores ao movimento. Bezerra de Menezes afastou-se por algum tempo, continuando a frequentar as reuniões do Grupo Ismael e a redação dos artigos semanais em “O Paiz”, que encerrou ao final de 1893. Aprofundando-se as discórdias na instituição, foi convidado em 1895 a reassumir a presidência da FEB (eleito em 3 de agosto desse ano), função que exerceu até à data de seu falecimento. Nesta gestão iniciou o estudo semanal de “O Evangelho segundo o Espiritismo”, fundou a primeira livraria espírita no país e ocorreu a vinculação da instituição ao Grupo Ismael e à Assistência aos Necessitados.
Ao final da vida, teve grandes dificuldades financeiras.
Das obras publicadas, a mais famosa é
1920 – “A Loucura sob Novo Prisma” (Estudo etiológico sobre as perturbações mentais), publicado pela FEB
Principais obras e mensagens mediúnicas atribuídas a Bezerra de Menezes:
Através de Divaldo Pereira Franco:
1991 – “Compromissos Iluminativos” (coletânea de mensagens, ed. LEAL)
Através de Francisco Cândido Xavier:
1973 – “Bezerra, Chico e Você” (coletânea de mensagens, ed. GEEM)
1986 – “Apelos Cristãos” (coletânea de mensagens, ed. UEM)
“Nosso Livro”
“Cartas do Coração”
“Instruções Psicofônicas”
“O Espírito da Verdade”
“Relicário de Luz”
“Dicionário d’Alma”
“Antologia Mediúnica do Natal”
“Caminho Espírita”
“Luz no Lar”
Através de Waldo Vieira:
“Entre Irmãos de Outras Terras”
“Seareiros de Volta”
Através de Yvonne do Amaral Pereira:
1955 – “Nas Telas do Infinito” (1ª. Parte, romance, ed. FEB)
1957 – “A Tragédia de Santa Maria” (romance, ed. FEB)
1964 – “Dramas da Obsessão” (romance, ed. FEB)
1968 – “Recordações da Mediunidade” (relatos e orientações, ed. FEB)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Bezerra_de_Menezes (parte)

3) Camille Flammarion (sécs. XIX e XX):

Nicolas Camille Flammarion, mais conhecido como Camille Flammarion (Montigny-le-Roi, 26 de fevereiro de 1842 — Juvisy-sur-Orge, 3 de junho de 1925), foi um astrônomo, pesquisador psíquico e divulgador científico francês. Importante pesquisador e popularizador da astronomia, recebeu notórios prêmios científicos e foi homenageado com a nomenclatura oficial de alguns corpos celestes.
Camille Flammarion também é notável por ter sido um dos primeiros pesquisadores psíquicos e espíritas, tendo desenvolvido extensa atividade nessas áreas. Em um discurso proferido na pioneira associação parapsicólogica, Society for Psychical Research, em 1923, ano em que presidiu a associação, Flammarion resumiu seus pontos de vista depois de 60 anos de investigação própria sobre fenômenos paranormais. Ele afirmou que acreditava em telepatia, duplo etérico e manifestações mediúnicas.
Flammarion também era membro da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas – fundada pelo codificador do Espiritismo Allan Kardec – e da Sociedade Teosófica. Amigo e seguidor de Kardec, o astrônomo proferiu um longo discurso em homenagem ao Codificador em seu enterro, afirmando que o mesmo era o “bom senso encarnado”.
O aclamado escritor francês Victor Hugo era um grande admirador do trabalho de Flammarion, especialmente o relacionado com pesquisa psíquica e espiritismo. Segundo o astrônomo, a crença de Hugo na comunicabilidade mediúnica com espíritos “foi, para o gigante da literatura do século XIX, um incentivo para a vida, para o trabalho e para o amor a seus semelhantes”.
Suas obras mais conhecidas no Brasil, editadas pela FEB, são:
Dieu dans la nature (Deus na Natureza), 1866.
Récits de l’infini (Narrações do Infinito), 1872.
Uranie (Urânia), 1889.
La fin du monde (O Fim do Mundo), 1894.
L’Inconnu et les problèmes psychiques (O Desconhecido e os Fenômenos Psíquicos), 1917.
La Mort et son mystère (A Morte e o Seu Mistério), 1917.
Les Maisons Hantées (As Casas Mal Assombradas), 1923.
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4) Léon Denis (sécs. XIX e XX):

Léon Denis (Foug, 1 de janeiro de 1846 – Tours, 12 de Abril de 1927) foi um filósofo, médium e um dos principais continuadores do espiritismo após a morte de Allan Kardec, ao lado de Gabriel Delanne e Camille Flammarion. Fez conferências por toda a Europa em congressos internacionais espíritas e espiritualistas, defendendo ativamente a ideia da sobrevivência da alma e suas conseqüências no campo da ética nas relações humanas.
Autodidata, tendo mostrado inclinações literárias e filosóficas, aos 18 anos travou contato com O Livro dos Espíritos e tornou-se adepto da Doutrina Espírita. Desempenhou importante papel na sua divulgação, enfrentando as críticas do positivismo materialista, do ateísmo e a reação do Catolicismo.
A partir de 1910 a sua visão começou a diminuir, mas isso não impediu que prosseguisse no trabalho de defesa da existência e sobrevivência da alma. Logo depois da Primeira Guerra Mundial, aprendeu a linguagem Braille.
Em 1925 foi aclamado presidente do Congresso Espírita Internacional (Paris), no qual foi formada a Federação Espírita Internacional. Neste congresso quiseram tirar o aspecto religioso do Espiritismo, mas Denis se opôs a isso com tenacidade, apesar da acentuada velhice.
Denis trabalhava em seu novo livro O Gênio Celta e o Mundo Invisível quando foi acometido pela pneumonia, e com a ajuda de duas secretárias, conseguiu concluir a obra. Morreu em 12 de abril de 1927.
A sua grande produção na literatura espírita, bem como o seu caráter afável e abnegado, valeram-lhe a alcunha de Apóstolo do Espiritismo.
Ao longo de sua vida manteve estreita ligação com a Federação Espírita Brasileira, tendo sido aprovada por unanimidade a sua indicação para sócio distinto e Presidente honorário da instituição (1901).
Dentre suas obras, destacam-se:
Cristianismo e Espiritismo (FEB)
Depois da Morte (FEB)
Espíritos e Médiuns (CELD)
Joana D’Arc, Médium (FEB)
No Invisível (FEB)
O Além e a Sobrevivência do Ser (FEB)
O Espiritismo e o Clero Católico (CELD)
O Espiritismo na Arte (Lachâtre)
O Gênio Céltico e o Mundo Invisível (CELD)
O Grande Enigma (FEB)
O Mundo Invisível e a Guerra (CELD)
O Porquê da Vida (FEB)
O Problema do Ser, do Destino e da Dor (FEB)
O Progresso (CELD)
Socialismo e Espiritismo (O Clarim)
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5) Gabriel Delanne (sécs. XIX e XX):

François-Marie Gabriel Delanne (Paris, França, 23 de Março de 1857 – 15 de Fevereiro de 1926) foi um engenheiro e um dos primeiros pesquisadores espíritas. Sua pesquisa sobre a mediunidade é notória no contexto do problema mente-corpo.
O seu pai, Alexandre Delanne, era espírita e amigo íntimo de Allan Kardec, e a sua mãe, médium, colaborou na Codificação Espírita .
Fundou a União Espírita Francesa, em 1882, e o jornal Le spiritisme, no mesmo ano. Escreveu alguns livros espíritas. Ao lado do filósofo Léon Denis, foi um importante divulgador das ideias espíritas nessa época. Fez conferências por toda a Europa.
Compreendendo que o perispírito estava no centro dos fenômenos espíritas, procurou distinguir mediunismo de animismo.
Auxiliou Charles Robert Richet, criador da metapsíquica, em suas pesquisas com a médium Marthe Béraud.
Em 1896 fundou a Revista Científica e Moral de Espiritismo, que por muitos anos levou a público artigos científicos e filosóficos sobre a temática espírita.
Faleceu em 1926, aos 69 anos de idade.
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6) Cairbar Schutel (sécs. XIX e XX):

Cairbar de Souza Schutel (Rio de Janeiro, 22 de setembro de 1868 – Matão, 30 de janeiro de 1938) foi um divulgador espírita, político, farmacêutico e filantropo brasileiro.
Teve grande importância na hstória do Espiritismo, e de Matão, tendo sido fundamental em sua elevação de povoado para município, sendo o seu primeiro intendente (cargo equivalente ao atual prefeito), cargo que exerceu de março a outubro de 1899, e, depois, de 18 de agosto à 15 de outubro de 1900.
Insatisfeito com as explicações do padre local para os seus constantes sonhos com os falecidos pais, em 1904 passou a frequentar sessões de tiptologia com a trípode (pequena mesa com três pés). Nestas sessões espíritas, conclui que a vida continuava além-túmulo, passando a estudar e vindo a abraçar a doutrina espírita, dela se tornando um dos maiores propagandistas. É conhecido ainda hoje, entre os espíritas, como o Bandeirante do Espiritismo, devido ao empenho com que se dedicou à divulgação do Espiritismo ao longo de sua vida.
A 15 de julho de 1905 fundou o “Grupo Espírita Amantes da Pobreza” (atual Centro Espírita O Clarim), o primeiro centro espírita naquela região paulista. No mês seguinte, fundou o notório jornal espírita “O Clarim” (15 de agosto), em formato pequeno, que logo se ampliou, atingindo, no século XXI, a tiragem de 10.000 exemplares.
Em 1912, já conhecido como o “Pai dos Pobres de Matão”, fundou um pequeno hospital de caridade, para atender aos doentes pobres. Dois anos mais tarde, em 1914, começou a visitar os presos na Cadeia Pública de Matão, onde era chamado sempre que algum detento era acometido de surto psicótico. Dentro dessa linha de atividades, em 1917 estendeu as visitas aos detidos na Cadeia de Araraquara, onde proferia palestras.
A 15 de fevereiro de 1925, fundou com o auxílio moral e material do amigo Luiz Carlos de Oliveira Borges a RIE – Revista Internacional de Espiritismo, publicação mensal dedicada aos estudos dos fenômenos anímicos e espíritas.
No período de 19 de agosto de 1936 a 2 de maio de 1937 profere, aos domingos, as conhecidas quinze “Conferências Radiofônicas”, através da Rádio Cultura PRD—4, de Araraquara, publicadas em livro no mês de setembro de 1937.
Após curta enfermidade, tendo falecido vítima de um aneurisma cerebral às 16:15, na mesma noite, através do médium Urbano de Assis Xavier, comunicou-se e sugeriu a seguinte frase para a lápide em seu túmulo: “Vivi, vivo e viverei porque sou imortal”.
Obra literária
As obras de Cairbar Schutel foram todas editadas pela Casa Editora O Clarim, por ele fundada. As mais conhecidas são:
Parábolas e Ensinos de Jesus – janeiro de 1928
O Espírito do Cristianismo – fevereiro de 1930
Vida e Atos dos Apóstolos – fevereiro de 1933
Preces espíritas – 1936
Conferências Radiofônicas – setembro de 1937
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A primeira obra psicografada em que se faz menção ao Espírito Cairbar Schutel é Voltei, atribuída ao Espírito Irmão Jacob, psicografada por Chico Xavier, publicada em 1949 pela Editora FEB – Federação Espírita Brasileira.
Obras atribuídas ao Espírito Cairbar Schutel
Psicografada pelos médiuns Chico Xavier e Waldo Vieira:
O Espírito da Verdade (co-autoria espiritual com vários espíritos) – 1961
Coordenadas por Abel Glaser (coordenador de grupo de médiuns) e editadas pela Casa Editora O Clarim, fundada por Cairbar Schutel:
Alvorada Nova – 1992
Conversando sobre Mediunidade – Retratos de Alvorada Nova – 1993
Eustáquio – Quinze séculos de uma trajetória – 1995
Fundamentos da Reforma Íntima – 1999
Apêndice Doutrinário: Família Material e Família Espiritual in Baviera – Saga Secular de Amor e Ódio (autor espiritual Rubião) – 2000
Guerra no Além – Interação entre os dois planos da vida (co-autoria espiritual com seus emissários) – 2010
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7) Zilda Gama (sécs. XIX e XX):

Zilda Gama (Três Ilhas, 11 de março de 1878 – Rio de Janeiro, 10 de janeiro de 1969) foi uma médium brasileira.
Ainda jovem, começou a perceber a presença de espíritos. Recebeu espiritualmente mensagens de seu pai e de sua irmã, já falecidos, que a aconselhavam e a consolavam nos momentos de provação difíceis pelos quais estava passando.
Em 1912 recebeu uma mensagem assinada por Allan Kardec. Após essa manifestação, o Codificador propiciou-lhe outros ensinamentos, os quais vieram à luz na obra “Diário dos Invisíveis”, em 1929.
Em 1916 os seus benfeitores espirituais informaram-lhe que passaria a psicografar uma novela, notícia que a deixou bastante surpresa. O Espírito Victor Hugo passou então a escrever por seu intermédio. Dentro de pouco tempo, a primeira obra – “Na Sombra e na Luz” – estava completa. Posteriormente, sob ação do mesmo Espírito, sucederam-se “Do Calvário ao Infinito”, “Redenção”, “Dor Suprema” e “Almas Crucificadas”, todos publicadas pela Federação Espírita Brasileira. Zilda foi a pioneira, no país, a receber tão vasta literatura do mundo espiritual.
Outros títulos vieram a público pela sua mediunidade, entre os quais “Solar de Apolo”, “Na Seara Bendita”, “Na Cruzada do Mestre” e “Elegias Douradas”. Além disso, organizou “O Livro das Crianças”, “Os Garotinhos”, “O Manual das Professoras” e “O Pensamento”.
Em 1959, após sofrer um derrame cerebral, passou a viver numa cadeira de rodas.
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8) Eurípedes Barsanulfo (sécs. XIX e XX):

Eurípedes Barsanulfo (Sacramento, 1 de maio de 1880 — Sacramento, 1 de novembro de 1918) foi um educador, político, jornalista, e médium brasileiro, um dos expoentes do espiritismo no país. Notório principalmente por sua atividade na educação brasileira e no tratamento espiritual, fundou o primeiro colégio espírita do país, o Colégio Allan Kardec, que disponibilizou educação gratuita para milhares de pobres e órfãos.
O seu primeiro contato com a Doutrina Espírita ocorreu em 1903, por intermédio do seu tio, Sinhô Mariano, que, além de explicar ao sobrinho os pontos básicos da doutrina, emprestou-lhe o livro Depois da Morte, de Léon Denis.
Eurípedes encontra no livro conceitos filosóficos sobre a vida e a morte que lhe parecem corretos, e encontra, na reencarnação, nas energias e na responsabilidade de cada um a causa para os desequilíbrios físicos, morais e sociais. Mesmo com algumas dúvidas, Barsanulfo comparece às sessões espíritas e, ao ver parentes analfabetos, médiuns psicofônicos, falando línguas diferentes e proferindo conceitos filosóficos com grande amplitude de conhecimentos, prontifica-se, a ser espírita e ajudar no esclarecimento e amparo aos necessitados, vislumbrando a possibilidades de ajuda a partir do que via.
Têm início então as manifestações de sua mediunidade. Ao tentar esclarecer seus ex-companheiros e familiares católicos, foi rechaçado. Contudo perseverou.
Ocorreu então uma transformação em sua vida: mudou-se da casa de seus pais e fundou o Grupo Espírita Esperança e Caridade, em 1905, onde, além de realizar reuniões mediúnicas e doutrinárias, também prestava auxílio aos mais necessitados. Foi médium inspirado, vidente, audiente, receitista, psicofônico, psicógrafo, de desdobramento e de bicorporeidade. Como médium receitista, psicografava prescrições do espírito Bezerra de Menezes.
Em 31 de janeiro de 1907 criou o primeiro educandário brasileiro com orientação espírita, o Colégio Allan Kardec, onde os alunos recebiam aulas de Evangelho, Moral Cristã, e, ainda, instituiu um curso de Astronomia que hoje conta inclusive com laboratórios. Foi ainda Diretor do Sanatório Espírita de Uberaba. Além de exercer a direção do colégio, o próprio ministrava aulas de Matemática, Geometria, Aritmética, Trigonometria, Ciências naturais, Botânica, Zoologia, Geologia e Paleontologia, Português, Francês, Astronomia, Inglês e Castelhano.
Barsanulfo foi perseguido por parte do clero que, aliado a um médico católico de Uberaba, moveu contra ele um processo penal sob a acusação de exercício ilegal da Medicina, em 1917, que acabou arquivado pelo juiz da comarca.
Um dos fatores que sempre foram a favor de Eurípedes foi a Educação. O Governo na época estava progredindo na Educação, e os métodos utilizados por ele eram muito a frente de seu tempo, sendo modelo para muitos centros educacionais. Mesmo diante das dificuldades, ele executou um trabalho de empreendedorismo evolutivo com benefícios não só para Sacramento. As farmácias, o Colégio Allan Kardec e o Grupo Espírita Esperança e Caridade foram apenas algumas das obras desse homem que foi chamado “O Apóstolo do Triângulo Mineiro”.
Morreu aos 38 anos, vítima da gripe espanhola.
Obra
Novos rumos da Medicina
A Psiquiatria em função da Reencarnação
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9) Yvonne do Amaral Pereira (sécs. XIX e XX):

Yvonne do Amaral Pereira (Valença, 24 de dezembro de 1900 — Rio de Janeiro, 9 de março de 1984) foi costureira e uma das mais respeitadas médiuns brasileiras, autora de romances psicografados bastante conhecidos entre os espíritas. Dedicou-se por muitos anos à desobsessão e ao receituário mediúnico homeopático.
Yvonne cresceu numa família espírita.
Com quatro anos de idade, a menina já dizia ver e ouvir espíritos, os quais, segundo ela, considerava como pessoas normais. Dois dos amigos invisíveis apareciam com mais freqüência:
Charles, a quem ela considerava seu verdadeiro pai, devido a lembranças que teria de uma encarnação anterior, em que a “entidade” teria sido seu pai.
Roberto de Canalejas, que teria sido um médico espanhol de meados do século XIX.
As visões lhe perturbavam, e vinham junto com uma imensa saudade do que seria uma encarnação anterior, na Espanha, que, dizia, recordava com clareza. Considerava seus atuais familiares, principalmente o pai e os irmãos, como pessoas estranhas, assim como estranhava a casa e a cidade onde morava. Em razão desses conflitos, até os dez anos de idade passou a maior parte do tempo na casa da avó paterna.
Aos oito anos de idade teve o primeiro contato com um livro espírita. Posteriormente, aos doze anos, ganhou de presente do pai O Evangelho segundo o Espiritismo e o Livro dos Espíritos. Aos treze anos de idade começou a frequentar sessões práticas de Espiritismo.
Yvonne teve como estudos apenas o antigo curso primário (atual primeiro segmento do ensino fundamental). Devido às dificuldades financeiras da família não conseguiu prosseguir nos estudos. Para auxiliar a família, e o próprio sustento, dedicou-se à costura e ao bordado, e ao artesanato de rendas e flores.
A partir dessa idade, fase da adolescência, a mediunidade tornou-se um fenômeno comum para Yvonne, que dizia receber a maior parte dos informes de além-túmulo, crônicas e contos em desdobramento, no momento do sono. A sua faculdade apresentava-se diversificada, tendo se dedicado à psicografia e ao receituário homeopático, à psicofonia e ao passe, e até mesmo, em algumas ocasiões, aos chamados efeitos físicos de materialização. Dedicou-se à atividade de desobsessão. Atuou em casas espíritas nas cidades de Lavras (MG), Barra do Piraí (RJ), Juiz de Fora (MG), Pedro Leopoldo (MG) e Rio de Janeiro (RJ), onde residiu sucessivamente.
Esperantista atuante, trabalhou na sua propaganda e difusão, através de correspondência que mantinha com outros esperantistas, tanto no Brasil, quanto no exterior.
Obra
Embora desde 1926 tenha escrito numerosas obras psicografadas, somente decidiu publicá-las na década de 1950, segundo ela mesma, após muita insistência dos “mentores espirituais”. Dentre as mais conhecidas destacam-se:
Memórias de um Suicida (espíritos Camilo Castelo Branco e Léon Denis – Rio de Janeiro: FEB, 1955).
Nas Telas do Infinito (espíritos Bezerra de Menezes e Camilo Castelo Branco).
Amor e Ódio (espírito Charles – Rio de Janeiro: FEB, 1956).
A Tragédia de Santa Maria (espírito Bezerra de Menezes – Rio de Janeiro: FEB, 1957).
Ressurreição e Vida (espírito Leon Tolstoi – Rio de Janeiro: FEB, 1963).
Nas Voragens do Pecado (espírito Charles – Rio de Janeiro: FEB, 1960).
O Cavaleiro de Numiers (espírito Charles – Rio de Janeiro: FEB).
O Drama da Bretanha (espírito Charles – Rio de Janeiro: FEB, 1974).
Dramas da Obsessão (espírito Bezerra de Menezes – Rio de Janeiro: FEB, 1964).
Sublimação (espíritos Charles e Leon Tolstoi – Rio de Janeiro: FEB, 1974).
Como escritora, seu livro mais conhecido é:
Devassando o Invisível (Rio de Janeiro: FEB, 1963)
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10) Chico Xavier (sécs. XX e XXI):

Francisco Cândido Xavier, mais conhecido como Chico Xavier (Pedro Leopoldo, 2 de abril de 1910 — Uberaba, 30 de junho de 2002), foi um médium, filantropo e um dos mais importantes expoentes do Espiritismo.
Chico Xavier psicografou mais de 450 livros, tendo vendido mais de 50 milhões de exemplares e sendo o escritor brasileiro de maior sucesso comercial da história, mas sempre cedeu todos os direitos autorais dos livros, em cartório, para instituições de caridade e filantrópicas espíritas. Também psicografou cerca de dez mil cartas, nunca tendo cobrado algo ao destinatário. Seus empregos foram vendedor, tecelão e datilógrafo.
O legado do médium ultrapassa as barreiras religiosas e ele é reconhecido como o maior “líder espiritual” do Brasil, sendo uma das personalidades mais admiradas e aclamadas no país e ressaltado principalmente por um forte altruísmo. Vem recebendo grandes homenagens e honrarias, por exemplo: Em 1981 e 1982 foi indicado ao prêmio Prêmio Nobel da Paz, tendo seu nome conseguido cerca de 2 milhões de assinaturas no pedido de candidatura; em 1999 o Governo de Minas Gerais instituiu a Comenda da Paz Chico Xavier; e em 2012 ele foi eleito O Maior Brasileiro de Todos os Tempos, em um concurso homônimo realizado pelo SBT e pela BBC, cujo objetivo foi “eleger aquele que fez mais pela nação, que se destacou pelo seu legado à sociedade”.
Principais obras psicografadas, Autor espiritual, Editora e Notas:
1932 Parnaso de Além-Túmulo Diversos espíritos
FEB
Primeira obra publicada
1937 Crônicas de Além-Túmulo Humberto de Campos
FEB
Primeira obra pelo espírito Humberto de Campos
1938 Emmanuel Emmanuel
FEB
Primeiro obra pelo espírito Emmanuel
1938 Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho Humberto de Campos
FEB
Tiragem de 202.000 exemplares
1939 A Caminho da Luz Emmanuel
FEB
Tiragem de 263.000 exemplares
1939 Há Dois Mil Anos Emmanuel
FEB
Tiragem de 435.000 exemplares
1940 Cinquenta Anos Depois Emmanuel
FEB
Tiragem de 317.000 exemplares
1941 O Consolador Emmanuel
FEB
Tiragem de 218.000 exemplares
1942 Paulo e Estevão Emmanuel
FEB
Tiragem de 420.000 exemplares
1942 Renúncia Emmanuel
FEB
Tiragem de 311.000 exemplares
1944 Nosso Lar André Luiz
FEB
Tiragem de 420.000 exemplares. Livro mais vendido e traduzido para outras línguas.
1944 Os Mensageiros André Luiz
FEB
1945 Missionários da Luz André Luiz
FEB
Tiragem de 440.000 exemplares
1945 Lázaro Redivivo Irmão X
FEB
Primeira obra pelo espírito Irmão X, pseudônimo do espírito Humberto de Campos
1946 Obreiros da Vida Eterna André Luiz
FEB
Tiragem de 290.000 exemplares
1947 Volta Bocage Manuel Maria Barbosa Du Bocage
FEB
Livro psicografado com autoria atribuída ao poeta português, Bocage
1948 No Mundo Maior André Luiz
FEB
Tiragem de 280.000 exemplares
1948 Agenda Cristã André Luiz
FEB
Tiragem de 470.000 exemplares
1949 Voltei Irmão Jacob
FEB
Tiragem de 204.000 exemplares
1949 Caminho, Verdade e Vida Emmanuel
FEB
Tiragem de 216.000 exemplares
1949 Libertação André Luiz
FEB
Tiragem de 275.000 exemplares
1950 Jesus no Lar Neio Lúcio
FEB
Tiragem de 290.000 exemplares
1950 Pão Nosso Emmanuel
FEB
Tiragem de 262.000 exemplares
1952 Vinha de Luz Emmanuel
FEB
Tiragem de 215.000 exemplares
1952 Roteiro Emmanuel
FEB
1953 Ave, Cristo! Emmanuel
FEB
Tiragem de 210.000 exemplares
1954 Entre a Terra e o Céu André Luiz
FEB
Tiragem de 260.000 exemplares
1955 Nos Domínios da Mediunidade André Luiz
FEB
Tiragem de 313.000 exemplares
1956 Fonte Viva Emmanuel
FEB
Tiragem de 248.000 exemplares
1957 Ação e Reação André Luiz
FEB
Tiragem de 255.000 exemplares
1958 Pensamento e Vida Emmanuel
FEB
1959 Evolução em Dois Mundos André Luiz
FEB
“Tiragem de 216.000 exemplares”
1960 Mecanismos da Mediunidade André Luiz
FEB
Primeira obra em parceria com o médium Waldo Vieira
1960 Religião dos Espíritos Emmanuel
FEB
1961 O Espírito da Verdade diversos espíritos
FEB
1963 Sexo e Destino André Luiz
FEB
Tiragem de 262.000 exemplares
1968 E a Vida Continua… André Luiz
FEB
Tiragem de 314.000 exemplares
1970 Vida e Sexo Emmanuel
FEB
Tiragem de 240.000 exemplares
1971 Sinal Verde André Luiz
Comunhão Espírita
Cristã (CEC)
Tiragem de 473.500 exemplares
1976 Somos Seis Diversos Espíritos
FEB
1977 Companheiro Emmanuel
Instituto de Difusão
Espírita (IDE)
Tiragem de 223.000 exemplares
1985 Retratos da Vida Cornélio Pires
IDE/CEC
1986 Mediunidade e Sintonia Emmanuel
CEU
1991 Queda e Ascensão da Casa dos Benefícios Bezerra de Menezes
GER
1999 Escada de Luz diversos espíritos
CEU
https://pt.wikipedia.org/wiki/Chico_Xavier (parte)

11) Divaldo Franco (sécs. XX e XXI):

Divaldo Pereira Franco, mais conhecido como Divaldo Franco ou simplesmente Divaldo (Feira de Santana, 5 de maio de 1927) é um professor, médium, filantropo e orador espírita brasileiro.
Divaldo é um verdadeiro “apóstolo do Espiritismo”, com mais de cinquenta anos devotados à mediunidade e a caridade, e mais de sessenta como um importante orador espírita. Dos seus oitenta e oito anos, sessenta e oito foram devotados à causa espírita e às crianças excluídas, das periferias de Salvador, na Bahia. Para este último fim fundou, em 15 de agosto de 1952, junto com Nilson de Souza Pereira, a instituição de caridade Mansão do Caminho, que ajuda diariamente cerca de seis mil pessoas e abriga mais de três mil, centenas delas registradas como filhos do médium. Os direitos autorais de seus mais de 250 livros psicografados, que já venderam mais de oito milhões de exemplares, foram doados em cartório para esta e outras instituições filantrópicas.
Ainda que tenha uma alta produção e vendagem de livros psicografados, e realize um grande trabalho filantrópico, é como conferencista e missionário do Espiritismo no exterior que ele é mais conhecido. Representado como peregrino ou o “Paulo de Tarso do Espiritismo”, Divaldo já percorreu mais de 50 países divulgando a doutrina em palestras de ampla publicidade.
Atividades como médium psicógrafo
Divaldo apresentou, desde jovem, diversas faculdades mediúnicas, tanto de efeitos físicos quanto de efeitos intelectuais. Destaca-se, dentre elas, no entanto, a psicografia.
Inicialmente, diversas mensagens foram escritas pelo seu intermédio, sob a orientação dos benfeitores espirituais, até que um dia, ele recebeu a recomendação para que fosse queimado o que escrevera até ali, pois não passavam de simples exercícios.
Com a continuação, vieram novas mensagens assinadas por diversos espíritos, dentre eles, Joanna de Ângelis, que durante muito tempo apresentava-se como “um Espírito Amigo”, ocultando-se no anonimato, à espera do instante oportuno para se fazer conhecida. Joanna revelou-se como sua orientadora espiritual, escrevendo inúmeras mensagens, num estilo agradável, repassado de profunda sabedoria e infinito amor, que conforta aos mais diversos leitores e necessitados de diretriz espiritual.
Em 1964, Joanna de Ângelis selecionou várias das mensagens de sua autoria e enfeixou-as num livro, que recebeu o sugestivo título de Messe de Amor. Foi o primeiro livro que o médium publicou. Logo em seguida, Rabindranath Tagore ditou Filigranas de Luz. O que se seguiu constitui-se hoje em um verdadeiro fenômeno editorial, pois, em 31 anos de atividade como médium, teve publicados 240 títulos, totalizando mais de quatro milhões e quinhentos mil exemplares, muitos deles ocupando lugar de destaque na literatura, no pensamento e na religiosidade universal. Dessas obras, houve 80 versões para 15 idiomas (alemão, castelhano, esperanto, francês, italiano, polonês, tcheco, braille e outros). Os livros englobam uma grande variedade de estudos literários, como prosa, romances, narrações e etc., abrangendo temas filosóficos, doutrinários, históricos, infantis, psicológicos e psiquiátricos.
Nessas obras psicografadas, apresentam-se 211 alegados autores espirituais, além de Joanna de Ângelis, entre eles, Manoel Philomeno de Miranda, Victor Hugo, Amélia Rodrigues, Ignotus, Vianna de Carvalho, Carlos Torres Pastorino, Bezerra de Menezes,Rabindranath Tagore, João Cléofas, Eros e Simbá.
Psicografias de Joanna de Ângelis
Por meio das obras de Joanna de Ângelis, Divaldo pôde alcançar o reconhecimento não apenas entre os religiosos e espiritualistas, mas também em outras linhas de conhecimento, como a psicologia e a parapsicologia. Isso se deu principalmente em função dos livros publicados na Série Psicológica, onde tratou dos malefícios das fugas da realidade e enfatizou a importância do autoconhecimento e autoenfrentamento.
A Série Psicológica foi escrita à luz dos pensamentos de Allan Kardec e de pesquisadores da psiquê humana, a exemplo de Carl Jung. Na referida série se encontram duas obras voltadas à psicologia transpessoal: Autodescobrimento (1995) e Triunfo Pessoal (2002).
A maioria das obras escritas por Divaldo Franco sob o comando de Joanna de Ângelis almeja incentivar o autodescobrimento e facilitar a aplicação no dia a dia dos ensinamentos morais de amor fraterno contidos nos Evangelhos e na Doutrina Espírita, incentivando o leitor a enfrentar as dificuldades cotidianas de modo mais prático e otimista.
Grande parte das obras ditadas a Divaldo por Joanna de Ângelis foi publicada pela Editora LEAL, de Salvador (BA).
https://pt.wikipedia.org/wiki/Divaldo_Pereira_Franco (parte)

12) Raul Teixeira (sécs. XX e XXI):

José Raul Teixeira (Niterói, 7 de outubro de 1949), mais conhecido como Raul Teixeira, é um educador, orador, médium e filantropo brasileiro.
É licenciado em Física pela Universidade Federal Fluminense, Mestre em Educação pela mesma universidade e Doutor em Educação pela Universidade Estadual Paulista. Atualmente é professor aposentado da Universidade Federal Fluminense.
Raul é um dos fundadores da Sociedade Espírita Fraternidade, localizada em Niterói. A instituição mantém uma obra de Assistência Social Espírita denominada “Remanso Fraterno”, que atende a crianças e famílias socialmente carentes.
Como orador, já esteve em todos os estados do Brasil e em 45 países, levando a mensagem espírita a milhares de pessoas. É um dos mais requisitados conferencistas espíritas da atualidade.
Lista de livros psicografados:
Através de suas faculdades mediúnicas, Raul Teixeira psicografou até o momento 37 livros, publicados pela Editora Fráter. São os seguintes:
Livro e Autor espiritual:
A Carta Magna da Paz Camilo
Ações Corajosas para Viver em Paz Benedita Maria
Ante o Vigor do Espiritismo Espíritos Diversos
Aprenda a Conversar com o seu Anjo Levy
Caminhos para o Amor e a Paz Ivan de Albuquerque
Cântico da Juventude Ivan de Albuquerque
Cintilação das Estrelas Camilo
Correnteza de Luz Camilo
Desafios da Educação Camilo
Desafios da Mediunidade Camilo
Desafios da Vida Familiar Camilo
Diretrizes de Segurança (Autoria de Raul Teixeira e Divaldo Franco)
É Melhor ser Amigo Levy
Educação e Vivências Camilo
Em Nome de Deus José Lopes Neto
Em Serviço Mediúnico Hans Swigg
Exaltação ao Brasil Sebastião Lasneau
Justiça e Amor Camilo
Lições de Amor e Vida Rosângela Costa Lima
Não Vale a Pena Mentir Levy
No Rumo da Sublime Estrela Espíritos Diversos
Nos Passos da Vida Terrestre Camilo
O Sonho de Toninha Rosângela Costa Lima
Para uma Vida Melhor na Terra Espíritos Diversos
Para Uso Diário Joanes
Quando a Vida Responde Espíritos Diversos
Quem é o Cristo? Francisco de Paula Vítor
Revelações da luz Camilo
Rosângela Rosângela Costa Lima
Vereda Familiar Thereza de Brito
Vida e Mensagem Francisco de Paula Vítor
Vozes do Infinito Espíritos Diversos
Todos Precisam de Paz na Terra Benedita Maria da Conceição
A Saga do Ciúme Em parceria com Cristiane Beira
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Raul_Teixeira (parte)

 Bezerra de Menezes

Pela cassação do mandato de Eduardo Cunha – Assine!

Pela cassação do mandato de Eduardo Cunha – Assine!

Eduardo Cunha, o presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, que nada mais é que o lugar onde o povo brasileiro é representado, é suspeito de esconder contas bancárias na Suíça e acusado de envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras

https://secure.avaaz.org/po/petition/Conselho_de_Etica_da_Camara_Pela_cassacao_do_mandato_de_Eduardo_Cunha/?wvBRfeb

VÍDEO “IBGE 2010 – Espíritas são o segmento com maior educação e renda do país”

VÍDEO
“IBGE 2010 – Espíritas são o segmento com maior educação e renda do país”
Montagem de Francesco Dellamorte

5 min.

Muito bom!

http://www.youtube.com/watch?v=kWWr-hL_nNM&feature=youtu.be